terça-feira, 17 de outubro de 2017

II Concurso Literário Internacional Palavradeiros: Comissão Julgadora



Lívia Milanez é escritora, resenhista, revisora e tradutora. Publica alguns de seus textos no canal “A Grande Desova”, resenhou romances do Prêmio Sesc de Literatura e foi homenageada como leitora especial pela comissão organizadora do concurso em 2015. Em 2017, participou da coletânea Novena para pecar em paz (editora Penalux) com o conto “Um caule de mogno”.





Mestra Lainha é multi-artista. Atriz, escritora, compositora, cordelista, performer, faz poesias, contos e crônicas. Premiada em todas essas áreas, tem em sua extensa carreira solos criativos premiados de poesia e Literatura de Cordel. Além de compositora, é Cordelista, Artista, Psicopedagoga, Atriz, Diretora e Produtora. Presidente do Ponto de Cultura Literatura de Cordel para todos em Ilhéus-Bahia.






Zanny Adairalba – Poeta e compositora desde a infância, Zanny acumula em seu currículo diversos prêmios por suas criações poéticas e musicais. Em 1992 deixou Pernambuco para residir em Roraima, onde desenvolve trabalhos voluntários de incentivo à leitura junto ao Coletivo Caimbé. É autora das obras poéticas Micropoemas, Palavras em preto e branco, Repoetizando, Carrossel Agalopado,  PoesiaZinha, Pétala de despedidas e Movimentos Inexatos, além de cordéis que abordam temas variados.





Acesse ainda:

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

II Concurso Literário Internacional Palavradeiros: resultado

Com vocês, o resultado do II Concurso Literário Internacional Palavradeiros

Poesia
1º lugar: Bailarino (Duda Azevedo)
Escola: Ayrton Senna da Silva
Orientadora: Darlete Souza Nascimento

2º lugar: Despedida ao inominável (Fernanda Fonteles Albuquerque)
Escola: Colégio de Aplicação
Orientadora: Maria Adrenalina do Nascimento Oliveira

3º lugar: Liberdade (Kemilly Duarte Mota)
Escola: Colégio de Aplicação
Orientadora: Maria Adrenalina do Nascimento Oliveira

Conto
1º lugar: Dançarina (Don)
2º lugar: Corrida noturna (Gabriel Alencar)

3º lugar: E o fim dos dias findos (Tata)

Ao todo, foram 8 inscritos, entre estudantes e escritores iniciantes e experientes.

Não houve inscrições na categoria Videopoesia.

A data e o local da premiação serão divulgados posteriormente.

Conforme regulamento, será concedida premiação em dinheiro aos três primeiros colocados de cada categoria, conforme abaixo:

Categoria Poesia
1º lugar: R$ 100,00 para o(a) aluno(a) e R$ 25,00 para o(a) professor(a)/orientador(a);
2º lugar: R$ 50,00 para o(a) aluno(a) e R$ 25,00 para o(a) professor(a)/orientador(a);
3º lugar: R$ 25,00 para o(a) aluno(a) e R$ 25,00 para o(a) professor(a)/orientador(a).

Categoria Conto
1º lugar: R$ 100,00;
2º lugar: R$ 50,00;
3º lugar: R$ 25,00.


Todos os finalistas receberão ainda certificado. Os finalistas que estiverem presentes na solenidade de entrega dos prêmios receberão também premiação complementar, a ser definida pela Comissão Organizadora.

Agradecemos a todos os participantes.

Comissão Organizadora

sábado, 23 de setembro de 2017

Novos Franciscos

No coração da Amazônia, o tiro acerta o alvo. O corpo de Francisco vai ao chão, feito árvore tombada. Xapuri chora pelo líder seringueiro. “É o fim”, pensam seus algozes.

Os anos seguintes são de progresso. A ordem é não deixar uma árvore em pé. A floresta precisa dar lugar ao lucro.

Pouco tempo depois, o trabalho está quase completo. Resta somente uma seringueira, nascida intrigantemente no local exato onde Francisco caiu ferido.

Na hora marcada, as máquinas estão posicionadas. Dado o sinal, avançam em direção à árvore. Aos poucos, vai chegando uma gente do povo, que se coloca entre a seringueira e os tratores, para empatar a derrubada.

Mesmo sob ameaça, o povo não arreda o pé. Ouve-se um tiro e, no meio da multidão, um corpo cai. Feito látex a escorrer da árvore amazônica, o sangue do ferido toca o chão e, dali, se ergue outra imponente seringueira.

Perplexos, os jagunços voltam a atirar. E, a cada corpo que cai, nasce uma árvore. E de cada árvore, um novo Francisco. O que os algozes de Chico não sabiam é que balas não matam sonhos.


Viva! A floresta está viva.


 * O conto ‘Novos Franciscos’ foi publicado na revista Marinatambalo (3ª ed., v. 2, set. 2017). Foi ainda publicado na antologia 'Do Nascimento ao Epitáfio'.


 Outros contos do mesmo autor: 

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Concurso Literário Internacional Palavradeiros - inscrições encerradas


 



Ao todo, 8 inscritos, entre estudantes e escritores iniciantes e experientes.

Agora é com a Comissão Avaliadora!

Os finalistas serão comunicados com antecedência.




quarta-feira, 30 de agosto de 2017

II Concurso Literário Internacional Palavradeiros - inscrições prorrogadas até 11 de setembro de 2017


Acesse: Regulamento do II Concurso Literário Internacional Palavradeiros (2017)

Quem Ganha com as Eleições?




Você já reparou como nos referimos às eleições? Tem sempre alguém que ganha e outro que perde a disputa eleitoral. Ganha? Perde? Disputa? Então se trata de uma competição? E pelo quê? Pela defesa do País?

Os atletas quando competem estão à procura de fama e dinheiro. E os nossos candidatos políticos buscam o quê? Se o objetivo é o mesmo (defender a população), por que há disputa? Quem tem os mesmos objetivos não precisa brigar entre si. Afinal, não existem adversários. Estão todos do mesmo lado. Já numa batalha pela conquista de um território vale tudo. Principalmente, golpe baixo.

Mas eleição é isso mesmo? Não seria esse o momento em que escolhemos as pessoas mais preparadas para decidir os rumos do País? A melhor metáfora seria uma competição esportiva, uma guerra ou um processo de seleção, em que, de acordo com os critérios previstos no regulamento, escolhemos os melhores candidatos? Fico com esta última opção. A melhor pergunta não seria, então, quem ganhou ou vai ganhar as eleições, mas quem ganha com as eleições. E a resposta para essa pergunta deveria ser: o povo.

* A crônica ‘Quem ganha com as eleições?’ ficou em 3º lugar no IV Concurso Literário da Academia Leopoldinense de Letras e Artes (ALLA).


Leia também a crônica: Jornalista vale alguma coisa?

Leia ainda:
Poema de sacanagem

A multiplicação dos pães partidos

Deus para presidência (trecho do livro)
Kitiama para sempre